sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

momentos...

Sempre tem aquele dia que você se esconde e se tranca no quarto pra chorar baixinho, torcendo pra que alguém te ouça, porque você precisa muito de um abraço...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tchauzinho ano velho!



Não vou dizer que 2011 foi um ano fácil, não foi. Começo o ano desempregado, meio perdido na vida e querendo fugir da realidade. Aceitei finalmente a proposta de morar com meu pai – ideia mais idiota – e como já era previsto não deu certo. Volto pra Guararema antes do meu aniversário, só pra poder ir pra Tunnel (vício maldito).
Carnaval foi maravilhoso, com os amigos e pessoas especiais. Logo na sequência começo a trabalhar no hotel, coisa que não dura muito tempo, já que aquele lugar cansa minha beleza. Mais uma vez desempregado, sem estudar e meio broxado com a vida.
O segundo semestre foi tranqüilo, passou rápido e não teve muitas novidades e o ano acabou. Fim.
Descrição simplória, né? Mas foi realmente assim. (risos)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Perfeição?

Não busco perfeição, mesmo porque o conceito dela distingue-se de pessoa para pessoa. Não sei nem o que busco, mas sei o que quero. Quero respeito, quero atenção, quero carinho, não quero reclamações. Passo a semana inteira ouvindo o mesmo discurso chato, as mesmas reclamações, a mesma ladainha, quando acho que vou curtir um momento legal com uma pessoa, ela só reclama? Fica difícil.
Não peço coisas impossíveis, pedi apenas que respeitasse a minha vontade por algumas horas, é tão dificil assim? Não é! Mas não me respeitou, não respeitou minha família, e isso acho inaceitável.
Tudo isso é o que? Necessidade de se mostrar? Não precisa, posso não te conhecer bem, mas te conheço e não é essa pessoa, a qual você se mostrou, que eu queria rever!
Enfim, apenas disperdicei meu tempo, minha paciência e perdi pontos com a minha mãe! Fazer o que, né? As vezes nos enganamos nas escolhas.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

$onho.

 


Dizia eu que tenho um sonho. Indagaram-me: "- Um sonho? Mas só os loucos sonham!".
Meu chão esvaiu-se e libetei-me da caretagem e do apego a razão. Pude voar! E descobri que os loucos não sonham, eles vivem a realidade de uma forma alternativa, sem o pessimismo!

domingo, 4 de dezembro de 2011

O menino que não sabia voar.

E se um dia você acordasse e não soubesse mais voar? O que faria? 
Essa é a história de um menino que, mesmo com asas, não alçava voo. Por mais que tentasse, suas forças esvaiam-se e seus pés nem do chão se mexiam.
Quisera ele ser igual ao grande Ícaro, que em um ato de desespero e coragem voou tão perto do Sol que suas asas de cera derreteram. Mesmo com o fracasso, ele conseguiu algo que Tatho jamais conseguiu, só em seus desejos mais ardentes, seus sonhos mais secretos.
Tatho é descendente da, grande e honrada, família Gautier, conhecida por seus voos perfeitos, tais quais ao de uma ave de rapina. E o pobre rapaz nada mais era do que a vergonha para seus antepassados.
Os mais diversos médicos o examinaram e não encontraram a cura para o seu mal, aliás, nem o problema do pobre rapaz encontraram. As asas eram perfeitas, talvez as mais belas da sua geração; sua musculatura, apesar de ligeiramente frágil, também estava boa; até sua mente estava em ordem, segundo psicólogos e psiquiatras.
Qual era então a origem do problema? E se existia, teria ele solução?
O que faltava ao pobre Tatho era liberdade de ser quem ele queria ser, e não mais um grande Gautier. Faltava-lhe o direito de expressar sua opinião e defendê-la até o final, mas isso não lhe era permitido.
Um garoto sonhador, sem alicerces, esmagado pela má vontade de seu pai e pela falta de condições de sua mãe em ajudá-lo. Por mais que a vida em alguns momentos conspirasse a seu favor, no momento seguinte dava-lhe uma rasteira.
Obrigações; ser, ter, possuir, alcançar, prazos, e as metas nem ao menos eram dele.
Coitadinho do pequeno Tatho, aprisionado em um cárcere do qual sozinho não pode libertar-se e não tem quem o ajude.
Seguir a vida da maneira que lhe cabe, expor sua opinião e tentar colocar em prática - quem não tenta, não consegue - viver a sua maneira e batalhar pelo fim da escravidão da sua alma. Isso é o princípio, construirá assim as estruturas de sua pista de voo e quem sabe um dia descobrirá o gosto as nuvens.
Isso, só o tempo dirá.